segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Noite Sem Fim

Eclipse, atendendo a pedidos...pelos dois corpos que se encontram...


Havia teus cabelos entre meus dedos,
Cabelos pelo chão,
Havia roupas pela sala,
Pelo corredor,
Pelo quarto, até a cama.
Havia tuas unhas nas minhas costas,
Gemidos pelo ar,
Palavrões proferidos,
Lábios mordidos.
Havia nossos suores, impressos nos nossos corpos,
Vontade de não parar mais,
Havia um teto que se abriu,
E uma cama que cresceu.
E um sonho que se sonhou,
Quando o teto se abriu,
A lua veio nos visitar,
La nos meus pensamentos,
Na noite que nunca mais acabou...


2 comentários:

janice diniz disse...

Moço, moço...nem precisou de vinho chileno para me embriagar nessa poesia dos sentidos, molhada de paixão, cheia de tesão, tão cheia de tesão que desafia o poder místico da lua. E arrepia a pele.

Em tempo: adoro palavrões...rsrs

O luar te inspira muito mesmo, hein?! Daqui, ouvi teus uivos...

Beijo pra ti!

ju peres disse...

ui... hehe...
fikei até com vergonha d ler(proibido p/ menores!)!hehe
tá perfeito vc retratatou mto bem oq sentiu!
^^
mas como disse...te desafio a escrevê-lo menos explícito! xD

e o eclipse tah bem maneiro! quem teve essa idéia? (hihihihhihihihi)